Sexta-feira, 25 de Agosto de 2006
Parlapatice 125 - Computação gráfica
"TSE proíbe uso de computação gráfica na campanha tucana à Presidência"
Essa medida me parece um pouco exagerada. Computação gráfica é algo TÃO banal hoje em dia!
Segundo o site do TSE, o artigo 26, inciso III da Resolução 22.261 proíbe "a utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido político ou coligação". Ainda segundo o site, o uso de computação gráfica é proibido pelo art. 51, IV, da Lei nº 9.504/97. (Me parece que são duas leis para proibir a mesma coisa. Mas enfim, está lá no site.)
Talvez em 1997 a computação gráfica só pudesse ser usada por partidos cujo orçamento fosse generoso, o que até justifica esta lei. Mas em 2006 qualquer micro mais ou menos novo faz computações gráficas razoáveis. E qualquer "sobrinho" dá conta do recado, sem cobrar muito por isso. Donde uma decisão dessas me parece sem propósito. Ademais(!), será que isso realmente pode influenciar o eleitorado?
Em 1989 o Collor usou computação gráfica em sua campanha, pelo menos no segundo turno. Foi algo espantoso, mas penso que nem naquela época isso foi decisivo para sua vitória.
Essa medida me parece um pouco exagerada. Computação gráfica é algo TÃO banal hoje em dia!
Segundo o site do TSE, o artigo 26, inciso III da Resolução 22.261 proíbe "a utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido político ou coligação". Ainda segundo o site, o uso de computação gráfica é proibido pelo art. 51, IV, da Lei nº 9.504/97. (Me parece que são duas leis para proibir a mesma coisa. Mas enfim, está lá no site.)
Talvez em 1997 a computação gráfica só pudesse ser usada por partidos cujo orçamento fosse generoso, o que até justifica esta lei. Mas em 2006 qualquer micro mais ou menos novo faz computações gráficas razoáveis. E qualquer "sobrinho" dá conta do recado, sem cobrar muito por isso. Donde uma decisão dessas me parece sem propósito. Ademais(!), será que isso realmente pode influenciar o eleitorado?
Em 1989 o Collor usou computação gráfica em sua campanha, pelo menos no segundo turno. Foi algo espantoso, mas penso que nem naquela época isso foi decisivo para sua vitória.

