Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008
Love, love, love
O ser humano é sem dúvida o bicho mais estranho desse planeta. E namoros/rolos/casamentos são o melhor exemplo disso. No começo é meu bem pra cá, meu amor pra lá. Momentos de intimidade. Tempos depois a vizinhança inteira ouve os dois brigando.
No prédio ao lado um casal está nesse momento, compartilhando a relação. Eu não me sinto à vontade pra prestar atenção no que eles falam, mas algumas partes não dá pra não ouvir. A moça tá de saco cheio. Sa-co-che-io! E não está louca. NÃO ESTÁ LOU-CAAAA!!!
"Pra você tudo, pra mim nada. Sempre é assim. Sempre. Sempre!"
Outros trechos que não deu pra entender direito. Ela está reclamando há meia-hora. Tem um cara discutindo com a moça, mas digamos que ele é mais discreto. E ela vai acordar rouca amanhã, de tanto gritar.
No prédio ao lado um casal está nesse momento, compartilhando a relação. Eu não me sinto à vontade pra prestar atenção no que eles falam, mas algumas partes não dá pra não ouvir. A moça tá de saco cheio. Sa-co-che-io! E não está louca. NÃO ESTÁ LOU-CAAAA!!!
"Pra você tudo, pra mim nada. Sempre é assim. Sempre. Sempre!"
Outros trechos que não deu pra entender direito. Ela está reclamando há meia-hora. Tem um cara discutindo com a moça, mas digamos que ele é mais discreto. E ela vai acordar rouca amanhã, de tanto gritar.
Marcadores: cotidiano
