Sábado, 24 de Fevereiro de 2007
Parlapatice 199 - Oscar 2007
"Veja Miss Sunshine"
Eu não acredito no Oscar. Acho até engraçado críticos discutindo a sério quem merece ganhar os prêmios, as chances de cada um, pontos fortes e fracos. E a cerimônia de entrega das estatuetas é uma das coisas mais chatas que a TV consegue transmitir, quase no nível dos desfiles de Carnaval.
Mas este ano estou torcendo por um filme: Little Miss Sunshine. E por uma atriz coadjuvante, Abigail Breslin, e por Alan Arkin como ator coadjuvante. Este foi o filme mais emocionante que vi nos últimos tempos.
Nem sei definir ao certo como saí do cinema aquele dia. Estava ao mesmo tempo triste e feliz, indignado com a pequenez de espírito das mães que levavam as filhas ao concurso de beleza para combater suas próprias frustrações e encantado com a inocência de Olive. Sem falar na identificação com as pirações de toda a família.
O filme ainda está em cartaz, pelo menos em SP. Lá fora já saiu em DVD. E também pode ser visto on-line, no link indicado no blog da Rosana Hermann. Prepare a pipoca e assista. Vale cada minuto.
Eu não acredito no Oscar. Acho até engraçado críticos discutindo a sério quem merece ganhar os prêmios, as chances de cada um, pontos fortes e fracos. E a cerimônia de entrega das estatuetas é uma das coisas mais chatas que a TV consegue transmitir, quase no nível dos desfiles de Carnaval.
Mas este ano estou torcendo por um filme: Little Miss Sunshine. E por uma atriz coadjuvante, Abigail Breslin, e por Alan Arkin como ator coadjuvante. Este foi o filme mais emocionante que vi nos últimos tempos.
Nem sei definir ao certo como saí do cinema aquele dia. Estava ao mesmo tempo triste e feliz, indignado com a pequenez de espírito das mães que levavam as filhas ao concurso de beleza para combater suas próprias frustrações e encantado com a inocência de Olive. Sem falar na identificação com as pirações de toda a família.
O filme ainda está em cartaz, pelo menos em SP. Lá fora já saiu em DVD. E também pode ser visto on-line, no link indicado no blog da Rosana Hermann. Prepare a pipoca e assista. Vale cada minuto.
Marcadores: cinema
Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007
Parlapatice 192 - Uma noite no museu
"'Uma Noite no Museu' é pesadelo no cinema"
Assisti a este filme semana passada. Pré-estréia normalmente é sábado à meia-noite, mas este ficou pré-estreando a semana toda, em dois horários.
Por algum motivo não percebi, quando vi o trailer, que o protagonista era interpretado pelo Ben Stiller. Quando vi a cara do sujeito no primeiro minuto do filme, já percebi que seria duro aguentar até o final.
(Na verdade eu nem sabia o nome dele, mas sabia que ele é o típico ator de comédia romântica sem graça. Depois do filme fui pesquisar seu nome só pra não cometer o erro de ver outro filme com ele.)
O trailer é interessante, dá impressão de ser uma comédia leve, boa pra ver nas férias. Mas, como bem definiu o cara que escreveu o texto do Último Segundo, faltou inspiração. As caras e bocas do Ben Stiller são desanimadoras, ele correndo desesperado é tedioso....
A história é legal, mas foi desperdiçada. Assim como o dinheiro do meu ingresso.
Assisti a este filme semana passada. Pré-estréia normalmente é sábado à meia-noite, mas este ficou pré-estreando a semana toda, em dois horários.
Por algum motivo não percebi, quando vi o trailer, que o protagonista era interpretado pelo Ben Stiller. Quando vi a cara do sujeito no primeiro minuto do filme, já percebi que seria duro aguentar até o final.
(Na verdade eu nem sabia o nome dele, mas sabia que ele é o típico ator de comédia romântica sem graça. Depois do filme fui pesquisar seu nome só pra não cometer o erro de ver outro filme com ele.)
O trailer é interessante, dá impressão de ser uma comédia leve, boa pra ver nas férias. Mas, como bem definiu o cara que escreveu o texto do Último Segundo, faltou inspiração. As caras e bocas do Ben Stiller são desanimadoras, ele correndo desesperado é tedioso....
A história é legal, mas foi desperdiçada. Assim como o dinheiro do meu ingresso.
Marcadores: cinema
Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006
Parlapatice 181 - Terceira dimensão
"Cinema reabre com sala especial para 3D"
Sou assinante da Revista da MTV. Neste mês recebi um par de ingressos para ver o filme do Linux, digo, do pinguim que não sabe cantar mas sabe dançar. Detestei o trêiler, mas li várias críticas positivas, de maneira que fiquei curioso para vê-lo. De grátis, então, melhor ainda.
Resolvi aproveitar e experimentar as novas salas do Eldorado. Só esqueci de um pequeno detalhe: levar o ingresso. O Senise no shopping, o ingresso em casa. Pra não perder a viagem - e matar a curiosidade -, resolvi assistir ao filme d'A Casa Monstro na tal sala 3D.
Na entrada recebi um par de óculos de lentes cinza. Penso que seria meio complicado usar os óculos para miopia e os óculos para 3D ao mesmo tempo, mas como nem sei onde estão meus óculos para miopia, isso não foi problema.
As luzes se apagam, óculos a postos.... e o filme começa! Sem anúncios, sem trêileres(!)! Acho que nem em cineclube eu já havia visto um filme começar assim, na lata. E que começo!
Claro que as primeiras cenas foram pensadas justamente pra explorar todo o potencial do 3D e deixar o espectador boquiaberto. E deu certo. A folha é tão real que parece ser possível apanhá-la com a mão. As árvores, a rua, tudo em perspectiva, é de tirar o fôlego.
Na maior parte do filme este efeito se perde, afinal nem todas as cenas são favoráveis ao 3D, e em muitas ele nem faz falta. Mas nas cenas mais, digamos, épicas, o resultado é maravilhante!
Fica então a dica: experimente a sala 3D. Vale a pena!
Sou assinante da Revista da MTV. Neste mês recebi um par de ingressos para ver o filme do Linux, digo, do pinguim que não sabe cantar mas sabe dançar. Detestei o trêiler, mas li várias críticas positivas, de maneira que fiquei curioso para vê-lo. De grátis, então, melhor ainda.
Resolvi aproveitar e experimentar as novas salas do Eldorado. Só esqueci de um pequeno detalhe: levar o ingresso. O Senise no shopping, o ingresso em casa. Pra não perder a viagem - e matar a curiosidade -, resolvi assistir ao filme d'A Casa Monstro na tal sala 3D.
Na entrada recebi um par de óculos de lentes cinza. Penso que seria meio complicado usar os óculos para miopia e os óculos para 3D ao mesmo tempo, mas como nem sei onde estão meus óculos para miopia, isso não foi problema.
As luzes se apagam, óculos a postos.... e o filme começa! Sem anúncios, sem trêileres(!)! Acho que nem em cineclube eu já havia visto um filme começar assim, na lata. E que começo!
Claro que as primeiras cenas foram pensadas justamente pra explorar todo o potencial do 3D e deixar o espectador boquiaberto. E deu certo. A folha é tão real que parece ser possível apanhá-la com a mão. As árvores, a rua, tudo em perspectiva, é de tirar o fôlego.
Na maior parte do filme este efeito se perde, afinal nem todas as cenas são favoráveis ao 3D, e em muitas ele nem faz falta. Mas nas cenas mais, digamos, épicas, o resultado é maravilhante!
Fica então a dica: experimente a sala 3D. Vale a pena!
