Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
Parlapatice 231: Matemática básica
"Novo carro 'Supermáquina' será um Ford Mustang"
Eu sei por experiência própria que jornalismo e matemática são conhecimentos incompatíveis entre si. Mas o redator (estagiário?) do G1 não precisava ter levado essa incompatibilidade tão a sério.
Observe o texto: "Com isso, a NBC vai usar três versões do veículo: o KITT Hero, que deverá aparecer mais vezes; o KITT Herói, o KITT Ataque, superveloz; e o KITT Remoto, que poderá ser controlado à distância."

Três versões: KITT Hero, KITT Herói, KITT Ataque e KITT Remoto. Se o leitor contar com atenção, vai notar que foram listadas 4 (quatro) versões. Eu, particularmente, acredito que KITT Hero e KITT Herói sejam o mesmo carro.
A dúvida então é a seguinte: o redator do G1 não sabe matemática ou não sabe inglês?
Eu sei por experiência própria que jornalismo e matemática são conhecimentos incompatíveis entre si. Mas o redator (estagiário?) do G1 não precisava ter levado essa incompatibilidade tão a sério.
Observe o texto: "Com isso, a NBC vai usar três versões do veículo: o KITT Hero, que deverá aparecer mais vezes; o KITT Herói, o KITT Ataque, superveloz; e o KITT Remoto, que poderá ser controlado à distância."

Três versões: KITT Hero, KITT Herói, KITT Ataque e KITT Remoto. Se o leitor contar com atenção, vai notar que foram listadas 4 (quatro) versões. Eu, particularmente, acredito que KITT Hero e KITT Herói sejam o mesmo carro.
A dúvida então é a seguinte: o redator do G1 não sabe matemática ou não sabe inglês?
Marcadores: jornalismo
Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
Parlapatice 225: Dia da Criança
Notícia adequada para o dia de hoje, que é o feriado mais legal do ano: "Norte-americanos conhecem Big Mac melhor que os Dez Mandamentos". A pesquisa foi feita nos EUA, mas eu também não sei quais são todos os 10 mandamentos. Já o BigMac é fácil: dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim. E ainda lembro que no começo a musiquinha era "dois hamburguers".
Já a notícia inadequada pra hoje, e pra qualquer dia, é a morte do Paulo Autran. Que bosta isso. Paulo Autran, Nair Belo, Rogério Cardoso, Ronald Golias. O mundo tá ficando chato.
E também tá ficando analfabeto. Isso aqui é um blog, portanto não vejo problema em usar gírias, palavrões e expressões mais adequadas à linguagem falada que à linguagem escrita, como "tá". Acho que um blog permite isso.
Porém, esse tipo de liberdade tem que ser usada com cuidado, para não virar libertinagem. Blog é uma coisa, veículo informativo eletrônico é outra. O fato de um veículo ser publicado exclusivamente na internet não justifica o uso de determinadas expressões. Ou seja, uma frase como "tenta dá o ritmo ao programa" deveria ser motivo de demissão do estagiário. Em jornalismo ele não "tenta dá", ele "tenta dar".
Isso aconteceu em uma notícia sobre o Faustão publicada no site "Na Telinha". Além do erro acima, também há um equívoco no penúltimo parágrafo: "disse que não como doce e que controla o peso". Quem não come doce, o culpado pelo texto ou o Faustão? Sem falar na crase que está sobrando na primeira frase. Tem gente que acha crase difícil, mas então não devia querer brincar de jornalista.
Como eu tenho esperança de que tudo isso seja corrigido, publico abaixo a foto da tela.

Já a notícia inadequada pra hoje, e pra qualquer dia, é a morte do Paulo Autran. Que bosta isso. Paulo Autran, Nair Belo, Rogério Cardoso, Ronald Golias. O mundo tá ficando chato.
E também tá ficando analfabeto. Isso aqui é um blog, portanto não vejo problema em usar gírias, palavrões e expressões mais adequadas à linguagem falada que à linguagem escrita, como "tá". Acho que um blog permite isso.
Porém, esse tipo de liberdade tem que ser usada com cuidado, para não virar libertinagem. Blog é uma coisa, veículo informativo eletrônico é outra. O fato de um veículo ser publicado exclusivamente na internet não justifica o uso de determinadas expressões. Ou seja, uma frase como "tenta dá o ritmo ao programa" deveria ser motivo de demissão do estagiário. Em jornalismo ele não "tenta dá", ele "tenta dar".
Isso aconteceu em uma notícia sobre o Faustão publicada no site "Na Telinha". Além do erro acima, também há um equívoco no penúltimo parágrafo: "disse que não como doce e que controla o peso". Quem não come doce, o culpado pelo texto ou o Faustão? Sem falar na crase que está sobrando na primeira frase. Tem gente que acha crase difícil, mas então não devia querer brincar de jornalista.
Como eu tenho esperança de que tudo isso seja corrigido, publico abaixo a foto da tela.

Marcadores: cotidiano, jornalismo, tv
Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007
Parlapatice 224 - Dia do (combato ao) Fumo
Apuração é o nome dado ao ato de jornalistas verificarem os dados antes de divulgá-los. Isso não garante que as informações publicadas/transmitidas são verídicas ou exatas, mas ao menos permite que o jornalista durma com a consciência tranquila: a notícia foi baseada em dados fornecidos por determinada pessoa ou empresa.
O problema é que nem sempre as fontes, como são chamadas as pessoas/empresas que fornecem informações a jornalistas, têm certeza sobre o que estão dizendo. Ou podem até ter certeza, mas a origem dos dados pode ser diferente, o que muitas vezes leva a variações absurdas entre notícias divulgadas por diferentes órgãos noticiosos.
Hoje, dizem, é o dia de combate ao fumo. Ou aos fumantes, depende do ponto de vista. Um argumento bastante utilizado para assustar os fumantes é o número de pessoas que morrem devido a problemas causados pelo vício, como cânceres, efizemas e incêndios. (Sim, pois é perigoso dormir com o cigarro aceso na mão.) Não gosto desse argumento, pois essas pessoas morreriam, mais cedo ou mais tarde, por outros motivos: não conheço ninguém que tenha deixado de morrer porque nunca fumou. Quem não fuma pode demorar mais, mas também morre.
Toda essa introdução foi apenas pra citar dois exemplos de como informações podem variar de maneira assustadora. No Jornal Hoje de hoje (adoro esse trocadilho) a Sandra Annenberg disse que "segundo o Instituto Nacional de Câncer, por ano no Brasil, 200 mil pessoas morrem de doenças relacionadas ao fumo". É muita gente, sem dúvida.
Agora há pouco, entretanto, eu estava surfando(!) na internet e achei, em uma matéria no site Guia da Semana, a seguinte afirmação: "só no Brasil o número de vítimas do tabaco é alarmante: aproximadamente 10 mil pessoas morrem diariamente decorrentes de doenças associadas ao vício". Dados da Organização Mundial da Saúde. Ora, os 200 mil mortos do Jornal Hoje são muito mais alarmantes que os 10 mil do Guia da Semana.
Quem está certo? Os dois podem estar. O Instituto Nacional de Câncer e a Organização Mundial da Saúde podem usar critérios diferentes para atribuir a morte ao cigarro ou a outros motivos. Ou os números podem estar diferentes por erro do jornalista, claro - erro de apuração ou digitação. De qualquer forma, teria sido interessante falar quantas pessoas morrem por ano no Brasil, independente do motivo, pra se ter uma idéia de o quanto o cigarro é mortal.
Pior que não ler nenhum jornal é ler apenas um.
O problema é que nem sempre as fontes, como são chamadas as pessoas/empresas que fornecem informações a jornalistas, têm certeza sobre o que estão dizendo. Ou podem até ter certeza, mas a origem dos dados pode ser diferente, o que muitas vezes leva a variações absurdas entre notícias divulgadas por diferentes órgãos noticiosos.
Hoje, dizem, é o dia de combate ao fumo. Ou aos fumantes, depende do ponto de vista. Um argumento bastante utilizado para assustar os fumantes é o número de pessoas que morrem devido a problemas causados pelo vício, como cânceres, efizemas e incêndios. (Sim, pois é perigoso dormir com o cigarro aceso na mão.) Não gosto desse argumento, pois essas pessoas morreriam, mais cedo ou mais tarde, por outros motivos: não conheço ninguém que tenha deixado de morrer porque nunca fumou. Quem não fuma pode demorar mais, mas também morre.
Toda essa introdução foi apenas pra citar dois exemplos de como informações podem variar de maneira assustadora. No Jornal Hoje de hoje (adoro esse trocadilho) a Sandra Annenberg disse que "segundo o Instituto Nacional de Câncer, por ano no Brasil, 200 mil pessoas morrem de doenças relacionadas ao fumo". É muita gente, sem dúvida.
Agora há pouco, entretanto, eu estava surfando(!) na internet e achei, em uma matéria no site Guia da Semana, a seguinte afirmação: "só no Brasil o número de vítimas do tabaco é alarmante: aproximadamente 10 mil pessoas morrem diariamente decorrentes de doenças associadas ao vício". Dados da Organização Mundial da Saúde. Ora, os 200 mil mortos do Jornal Hoje são muito mais alarmantes que os 10 mil do Guia da Semana.
Quem está certo? Os dois podem estar. O Instituto Nacional de Câncer e a Organização Mundial da Saúde podem usar critérios diferentes para atribuir a morte ao cigarro ou a outros motivos. Ou os números podem estar diferentes por erro do jornalista, claro - erro de apuração ou digitação. De qualquer forma, teria sido interessante falar quantas pessoas morrem por ano no Brasil, independente do motivo, pra se ter uma idéia de o quanto o cigarro é mortal.
Pior que não ler nenhum jornal é ler apenas um.
Marcadores: jornalismo
Domingo, 24 de Junho de 2007
Parlapatice 214 - Chama o Pasquale!
"Empresas conceito "wiki" de criação coletiva para inovar"
Eu tenho medo de me tornar repetitivo, mas começo a desconfiar que há algo de errado na redação da Folha Online. Acabo de encontrar mais uma manchete agressiva à moral e aos bons costumes linguísticos:

Como pode isso? Empresas (suspense...) conceito "wiki". O que as empresas fazem com o conceito wiki? Implantam? Estudam? Adotam? Rejeitam? Ignoram?
E a matéria fala justamente sobre criação coletiva. Outro dia assisti a um seminário no qual foi discutida a conveniência ou não do jornalismo colaborativo, com matérias escritas pelos leitores. Não se chegou a conclusão alguma naquele momento, e eu mesmo não tenho opinião formada a respeito.
A participação de qualquer pessoa sem dúvida aumenta a possibilidade de idéias e reportagens inovadoras. O problema é a capacitação necessária dos colaboradores para que estas contribuições sejam positivas. Fóruns de discussão, por exemplo, muitas vezes acabam sendo inúteis devido à grande quantidade de participações indevidas.
Por outro lado, a livre colaboração pode ser interessante para melhorar a qualidade da produção individual. Softwares livres como o Linux e o Firefox são produzidos desta maneira, com bons resultados. Um usuário mais experiente corrije um eventual deslize e todos saem ganhando.
Seguindo esta lógica, eu poderia corrigir a manchete ao invés de perder meia hora escrevendo este texto. Só que a notícia não foi feita de forma colaborativa, comunitária ou voluntária: alguém foi contratado e está sendo pago para isso. Provavelmente mal pago, é verdade, mas como esta pessoa pode querer ganhar mais se não percebe um erro gritante como esse?
Depois reclama-se que jornalista ganha pouco!
Eu tenho medo de me tornar repetitivo, mas começo a desconfiar que há algo de errado na redação da Folha Online. Acabo de encontrar mais uma manchete agressiva à moral e aos bons costumes linguísticos:

Como pode isso? Empresas (suspense...) conceito "wiki". O que as empresas fazem com o conceito wiki? Implantam? Estudam? Adotam? Rejeitam? Ignoram?
E a matéria fala justamente sobre criação coletiva. Outro dia assisti a um seminário no qual foi discutida a conveniência ou não do jornalismo colaborativo, com matérias escritas pelos leitores. Não se chegou a conclusão alguma naquele momento, e eu mesmo não tenho opinião formada a respeito.
A participação de qualquer pessoa sem dúvida aumenta a possibilidade de idéias e reportagens inovadoras. O problema é a capacitação necessária dos colaboradores para que estas contribuições sejam positivas. Fóruns de discussão, por exemplo, muitas vezes acabam sendo inúteis devido à grande quantidade de participações indevidas.
Por outro lado, a livre colaboração pode ser interessante para melhorar a qualidade da produção individual. Softwares livres como o Linux e o Firefox são produzidos desta maneira, com bons resultados. Um usuário mais experiente corrije um eventual deslize e todos saem ganhando.
Seguindo esta lógica, eu poderia corrigir a manchete ao invés de perder meia hora escrevendo este texto. Só que a notícia não foi feita de forma colaborativa, comunitária ou voluntária: alguém foi contratado e está sendo pago para isso. Provavelmente mal pago, é verdade, mas como esta pessoa pode querer ganhar mais se não percebe um erro gritante como esse?
Depois reclama-se que jornalista ganha pouco!
Marcadores: jornalismo, português
Sexta-feira, 22 de Junho de 2007
Parlapatice 213 - Inculta, bela e maltratada
"Ator de Seinfeld faz participação especial em 'Everybody Hates Chris'"
Apesar de ser mais um seriado sobre as dificuldades-de-um-garoto-comum-que-não-é-um-loser- mas-também-não-é-o-sujeito-mais-popular-da-escola, esse seriado "Everybody Hates Chris" é bem legal.
A começar pelo nome, uma referência a "Everybody Loves Raymond". Esse seriado eu nunca vi, mas a capa da coleção em DVD me irrita. Deve ser mais uma série na linha sujeito-otário-mas-de-bom-coração, e pela foto ao lado o otário deve ser bem otário.
Descobri o "Everybody Hates Chris" por acaso na TV Record. Já há algumas semanas (milagre!) o SBT tem exibido o Chaves das 12:45 até às 13:15. São 3 blocos, portanto 2 intervalos comerciais. Durante os intervalos eu fico mudando de canal (tem gente moderna que chama isso de "zapear"), e nessas mudanças descobri o Chris, que pelos meus cálculos passa entre 12:30 e 13:00, antes do Pica-Pau. E recomendo.
Mas na verdade comecei este post pra falar de outra coisa. É que a Folha Online pelo jeito tem contratado pessoas cuja língua mãe não é o português pra escrever as notícias. Ontem à noite um índio escreveu a matéria sobre os computadores do Pentágono. Hoje um japonês escreveu essa nota sobre o seriado. Repare no penúltimo parágrafo: "'Normalmente já é excitante. Não vai fazer muita diferença', afirma site da Sony."
Um brasileiro nato diria "afirma o site da Sony". Que na verdade não afirma nada, site não fala, mas enfim. Da maneira que está lá parece um japonês caricato falando! (Só faltou o "né".) Ou talvez seja o índio de ontem. Ou, pior, um estagiário contratado por engano.....
Foto da tela, abaixo, pra registrar o fato!

Apesar de ser mais um seriado sobre as dificuldades-de-um-garoto-comum-que-não-é-um-loser- mas-também-não-é-o-sujeito-mais-popular-da-escola, esse seriado "Everybody Hates Chris" é bem legal.
A começar pelo nome, uma referência a "Everybody Loves Raymond". Esse seriado eu nunca vi, mas a capa da coleção em DVD me irrita. Deve ser mais uma série na linha sujeito-otário-mas-de-bom-coração, e pela foto ao lado o otário deve ser bem otário.Descobri o "Everybody Hates Chris" por acaso na TV Record. Já há algumas semanas (milagre!) o SBT tem exibido o Chaves das 12:45 até às 13:15. São 3 blocos, portanto 2 intervalos comerciais. Durante os intervalos eu fico mudando de canal (tem gente moderna que chama isso de "zapear"), e nessas mudanças descobri o Chris, que pelos meus cálculos passa entre 12:30 e 13:00, antes do Pica-Pau. E recomendo.
Mas na verdade comecei este post pra falar de outra coisa. É que a Folha Online pelo jeito tem contratado pessoas cuja língua mãe não é o português pra escrever as notícias. Ontem à noite um índio escreveu a matéria sobre os computadores do Pentágono. Hoje um japonês escreveu essa nota sobre o seriado. Repare no penúltimo parágrafo: "'Normalmente já é excitante. Não vai fazer muita diferença', afirma site da Sony."
Um brasileiro nato diria "afirma o site da Sony". Que na verdade não afirma nada, site não fala, mas enfim. Da maneira que está lá parece um japonês caricato falando! (Só faltou o "né".) Ou talvez seja o índio de ontem. Ou, pior, um estagiário contratado por engano.....
Foto da tela, abaixo, pra registrar o fato!

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Quinta-feira, 5 de Abril de 2007
Parlapatice 206 - Coincidência
"Trem francês atinge quase 575 km/h e quebra recorde de velocidade"
"Acidente de trem deixa 71 feridos na França"
Um exercício que costuma render boas risadas é mudar de canal na Tv durante um diálgo. Com um pouco de sorte o áudio de um canal "encaixa" no áudio do outro, com resultados interessantes.
Também é legal fazer isso com, notícias, relacioná-las. As duas notícias acima, por exemplo, não têm nada a ver uma com a outra, exceto pelo fato de serem sobre trens na França. Mas é engraçado lê-las na sequência, parece que o trem não conseguiu frear!
"Acidente de trem deixa 71 feridos na França"
Um exercício que costuma render boas risadas é mudar de canal na Tv durante um diálgo. Com um pouco de sorte o áudio de um canal "encaixa" no áudio do outro, com resultados interessantes.
Também é legal fazer isso com, notícias, relacioná-las. As duas notícias acima, por exemplo, não têm nada a ver uma com a outra, exceto pelo fato de serem sobre trens na França. Mas é engraçado lê-las na sequência, parece que o trem não conseguiu frear!
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Quinta-feira, 1 de Março de 2007
Parlapatice 201 - RJ 442
"Rio comemora 442 anos, discretamente"
Descobri hoje que o aniversário do Rio não é em Janeiro. Ou seja, o Rio não é de Janeiro!
Mas escrevo este post por conta de um erro de edição absurdo - embora não raro. Observe as imagens abaixo.


Estas imagens foram capturadas por volta de 13:30. Logo em seguida o erro foi corrigido.
Descobri hoje que o aniversário do Rio não é em Janeiro. Ou seja, o Rio não é de Janeiro!
Mas escrevo este post por conta de um erro de edição absurdo - embora não raro. Observe as imagens abaixo.


Estas imagens foram capturadas por volta de 13:30. Logo em seguida o erro foi corrigido.
Marcadores: jornalismo
Parlapatice 200 - Fome zero!
"Tartaruga engolida por cachorro sai viva de dentro do animal"
Esta é o tipo de notícia perfeita pra relaxar num final de tarde, antes de enfrentar o trânsito a caminho de casa. Na TV, seria a matéria a encerrar o telejornal, ou então a encher linguiça na esvaziada edição de sábado.
Infelizmente não foi publicado o nome do autor do texto. A idéia de comparar a aventura vivida pela tartaruga com Gepeto e Chapeuzinho Vermelho foi muito bem sacada!
Esta é o tipo de notícia perfeita pra relaxar num final de tarde, antes de enfrentar o trânsito a caminho de casa. Na TV, seria a matéria a encerrar o telejornal, ou então a encher linguiça na esvaziada edição de sábado.
Infelizmente não foi publicado o nome do autor do texto. A idéia de comparar a aventura vivida pela tartaruga com Gepeto e Chapeuzinho Vermelho foi muito bem sacada!
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Domingo, 17 de Dezembro de 2006
Parlapatice 186 - Verão + tecnologia
"Dicas para seu eletrônico não morrer na praia"
Uma das coisas que mais têm chamado a minha atenção no site G1, o portal noticioso da Globo, são os infográficos. Eles são um ótimo exemplo de como o software Flash pode ser usado para ilustrar matérias on-line. São leves, fáceis de usar e bem bonitos. E são complementares ao texto principal da matéria: reforçam algumas informações sem fazer uma mera repetição.
Uma das coisas que mais têm chamado a minha atenção no site G1, o portal noticioso da Globo, são os infográficos. Eles são um ótimo exemplo de como o software Flash pode ser usado para ilustrar matérias on-line. São leves, fáceis de usar e bem bonitos. E são complementares ao texto principal da matéria: reforçam algumas informações sem fazer uma mera repetição.
Marcadores: jornalismo, tecnologia
